Crise e Transformação: Conversão, Desconversão e Individuação
(Texto desenvolvido a partir da aula com o mesmo titulo, do Encontros Espiritualidade e Vida Psíquica realizados no primeiro semestre de 2026)
A conversão é um marco importante na vida religiosa, produzindo uma grande mudança na perspectiva individual, bem como nas relações do convertido. Dessa forma, é essencial compreender os processos que envolvem a conversão ou sua contraparte, a desconversão, e quais são seus aspectos espirituais e psicológicos correlatos.
Conversão, adesão e trânsito religioso
O termo conversão tem suas origens nos termos grego metanoia que pode ser traduzido como “de mudança de ideia ou de sentimento” ou “arrependimento”, sendo correlata à variante latina conversio que pode ser traduzida como mudança ou transformação. Gomes (2011), aponta que a conversão é
“capaz de transformar a cosmovisão do sujeito, mudar a identidade do converso e alterar sua relação com a realidade e o mundo. Entretanto, parece que a grande mudança que ocorre na natureza do convertido diz respeito às suas percepções de Deus, de si mesmo e do mundo. (p.158)
Esse processo de transformação na cosmovisão marca profundamente a existência do indivíduo, estabelecendo uma descontinuidade biográfica no sentido de uma experiência de ‘antes e depois’ da conversão. Alves (apud Freitas e Holanda, 2014) define a conversão como “um processo psicossocial que se caracteriza pela desestruturação de esquemas de significação, seguido pela adoção de outro, estruturalmente distinto do primeiro’. Trata-se, portanto, de um processo profundo e disruptivo que não apenas modifica o indivíduo, mas também reconfigura suas relações sociais.
A conversão marca a entrada de um indivíduo numa nova religião. Contudo, essa não é a única forma de ingresso: devemos considerar a adesão como outra modalidade de trânsito religioso, que se caracteriza por “qualquer forma de participação em um movimento religioso, sem que haja alteração sistemática do estilo de vida.” (FREITAS e HOLANDA, 2014). É importante notar que o trânsito religioso brasileiro não se caracteriza por uma adesão estrita a uma denominação religiosa, ele integra diferentes perspectivas. Segundo VALLE
O brasileiro médio nunca se distinguiu pela sua adesão à essa ou aquela igreja. Seu comportamento religioso sempre foi de tipo de “bricollage”. A identidade religiosa do brasileiro costuma ser um mix por ele mesmo construído com materiais retirados de procedências bem diferenciadas, mas que para ele não se apresentam como contraditória. (2002, p. 59)
O trânsito religioso por adesão pode ser caracterizado na figura do ‘peregrino – o produtor de bricolagens religiosas –’, que ‘traz à tona a temática da continuidade e da articulação de diferenças’ (TEXEIRA et al, 2021). A vivência religiosa, nesse contexto, é mais complexa e deve ser compreendida a partir das diferentes referências religiosas que o indivíduo integra.
Contextos que favorecem à Conversão
A conversão religiosa é um processo complexo, não podendo ser atribuída uma causa específica.. Podemos elencar como fatores que favorecem o processo:
Crise Existencial e/ou sofrimento pessoal: A conversão pode ser desencadeada por uma crise existencial, um trauma profundo ou um colapso nos esquemas de significação da vida. Situações que envolvem perdas, doenças, abusos de drogas, dentre outras, podem gerar um colapso na capacidade egóica de suportar as adversidades. A conversão oferece um alívio para essas aflições, substituindo emoções de ansiedade, culpa e confusão por uma sensação de paz interior e harmonia.
Busca de Sentido e Racionalidade: Diante de uma crise, o indivíduo pode buscar por uma ordenação do mundo, isto é, por uma explicação que lhe seja coerente e possibilita que se relacione com sua realidade e com o futuro de forma significativa.
Decepção com a Religião de Origem: O trânsito religioso é fortemente impulsionado pela perda de confiança na religião anterior. O indivíduo afasta-se ao perceber que os rituais ou os líderes da sua religião de berço se distanciaram dos problemas atuais, não oferecendo mais conforto ou respostas eficazes para suas angústias reais.Essas “crenças frias” dão lugar à busca por ambientes onde a pessoa se sinta mais amparada e representada de forma autêntica.
Acolhimento Comunitário e Redes de Relações A conversão é muitas vezes motivada pela necessidade de pertinência e calor humano. O indivíduo é seduzido pelo ambiente acolhedor, pelo senso de comunidade e pela oportunidade de formar novos laços de solidariedade . Além disso, a transição é altamente estimulada pela ação ativa de redes de vizinhança, familiares e amigos. Esses contatos pré-existentes intermedeiam o acesso à nova religião, seja através de testemunhos de vida (vendo a transformação positiva no parente/amigo), de convites insistentes para ir a reuniões, ou por visitas feitas em momentos de fragilidade
Necessidades Específicas do Envelhecimento Na velhice, as razões para a conversão assumem contornos singulares. Idosos frequentemente se convertem não necessariamente por grandes crises de ruptura, mas pela necessidade de lidar com a solidão, aplacar o medo da morte e encontrar paz frente a doenças incuráveis. A conversão nessa fase permite transferir o peso do “incontrolável” para as mãos de Deus, gerando enorme segurança psicológica. Paralelamente, o ambiente da igreja atrai pessoas idosas ao proporcionar a oportunidade de se sentirem ativas, produtivas e úteis, seja prestando serviços ou participando das dinâmicas comunitárias
Encontro com o Sagrado e Fenômenos Sobrenaturais A conversão também possui uma dimensão profundamente íntima e inefável, descrita muitas vezes como a sensação oceânica de comunhão com o divino, ou de ter sido invadida pelo amor e pela graça divina. Podem ocorrer experiências não compreendidas pela pessoa — como visões, escuta de vozes ou manifestações místicas — conduzem os sujeitos a procurar tradições que acolham, expliquem e organizem esses fenômenos sem condená-los
Compreender os fatores que favorecem à conversão, nos ajuda a vislumbrar as necessidades psíquicas e espirituais de cada paciente. Isso pode ser um fator importante para compreender o histórico espiritual, especialmente no caso de uma anamnese espiritual ou num Plano de Cuidado Espiritual (como é utilizado em psicologia hospitalar).
Pensando os Tipos ou Modelos de Conversão
Assim como as motivações, a conversão religiosa não deve ser compreendida como um fenômeno homogêneo. Ela apresenta diferentes manifestações ou tipologias que variam conforme o momento da pessoa, seu histórico de vida, a intensidade da mudança cultural e o grau de exigência da nova instituição. Vamos apresentar algumas dessas tipologias, por entender que há uma complementaridade nas descrições, o que nos possibilita uma análise mais abrangente dos sentidos e da profundidade da conversão.
Uma das primeiras descrições foi feita por William James, em 1902. Segundo FREITAS e HOLANDA(2014), James distinguia dois tipos de conversão:
Conversão Volitiva: Trata-se de um processo consciente, voluntário e geralmente gradual . A pessoa atua de forma ativa na construção, peça por peça, de um novo conjunto de hábitos morais e espirituais.
Conversão por Renúncia de Si: É uma experiência de caráter mais involuntário, passivo e, frequentemente, instantâneo ou repentino. Costuma ocorrer após o indivíduo chegar ao limite do esgotamento emocional ou de uma crise, momento em que “desiste” de lutar, relaxa e entrega o controle a um poder maior,experimentando a irrupção quase em êxtase de energias religiosas.
Em ambos os casos há uma crise envolvida no processo de conversão, o momento e a intensidade afetiva que marca o processo.
Uma outra tipologia, desenvolvida por John Lofland e Norman Skonovd organizam a conversão a partir dos motivos que desencadeiam a mudança de crença,analisando o nível de afeto e a pressão social envolvida, indicando seis categorias:
Intelectual, que implica leitura e pesquisas em outras teodicéias alternativas. Esse motivo normalmente supõe uma autoconversão com pouca pressão social.Místico, que é afetivamente intenso, caracteriza-se pela experiência do inefável, freqüentemente vivida na solidão.
Experimental, no qual o convertido adota a postura “mostre-me e eu o experimentarei”. Normalmente o processo é longo e caracteriza-se pelo sentimento de curiosidade.
Afetivo, no qual as dependências pessoais são muito importantes. A pressão social tem um papel de atração e reforço.
Revivalista, que administra a excitação extática em um contexto grupal, no qual a pressão social é alta.
Coercitivo, no qual é central a compulsão, a confissão de culpa e a aceitação do sistema ideológico. (ÁVILA, 2007,p .189)
É importante ressaltar que essas categorias de Lofland e Skonovd não são excludentes, elas se entrecruzam de acordo com a experiência de cada indivíduo. É importante compreendermos como a vivência social também pode ser importante no processo determinante.
A terceira tipologia que gostaríamos de apresentar é da socióloga Danièle Hervieu-Léger, como apresentado por Andrade (2010), que classifica a conversão observando o passado do indivíduo e o impacto psicológico de sua nova escolha de identidade:
Mudança de Religião (O Desencantado): O indivíduo abandona uma religião na qual foi criado, por não ser mais significativa para lidar com suas necessidades.
Conversão de “Primeira Vez” (O Buscador): O indivíduo que nunca teve uma tradição religiosa faz uma descoberta pessoal. Psicologicamente, trata-se de preencher um vazio de sentido existencial, adotando um sistema que finalmente organiza sua visão de mundo.
Reafiliação ou Conversão “de dentro” (O Desperto): Ocorre quando alguém redescobre e passa a internalizar ativamente uma identidade religiosa que antes era apenas nominal ou formal. A mudança é íntima: a pessoa não troca de instituição, mas altera drasticamente a centralidade da religião em seu psiquismo. É comum em movimentos avivacionistas.
Esses tipos ou modelos de conversão podem se combinar e sobrepor, permitindo pensar de uma forma ampla os processos de conversão. Assim,sob a ótica psicológica, independentemente do tipo, a conversão atua fundamentalmente como uma reorganização existencial. Ela substitui quadros de ansiedade, culpa e confusão por sensações de empoderamento, paz e harmonia psíquica, conferindo ao convertido um novo habitus que regulará sua vida e suas percepções a partir daquele momento.
A Desconversão ou Desfiliação religiosa
A desconversão ou desfiliação religiosa é um processo complexo e doloroso, que pode ser acompanhado por uma crise profunda. ROBSON (2013) aponta que
o processo de desconversão representa um corte de laços afetivos fortes que impõe uma reconstrução da identidade e de uma forma específica de ver o mundo, construída a partir da subjetividade. Isso implica um conflito que se intensifica quando se refere ao abandono de grupos comunitários ao qual pertencia e que desenvolvia suas práticas religiosas orientadas por um líder espiritual. Nessa ótica, os momentos anteriores à saída do grupo são os mais conflitivos, assim como os primeiros meses depois da desconversão. O autor compara a situação de um desconvertido a de um divorciado, onde o indivíduo se encontra afastado da estrutura afetiva e cognitiva do grupo sem ter encontrado necessariamente uma nova estrutura.
A desconversão pode assumir um caráter diverso, podendo ser compreendida, num primeiro momento como:
Voluntária : O indivíduo perde a identificação com o sistema religioso, de valores ou com o grupo e se afasta visando a reconstruir um nova nova perspectiva que atenda suas necessidades atuais. Sua vida aderindo a novas estruturas de significado podendo se relacionar a uma religião — nova identidade, novas relações — ou construindo uma religiosidade desinstitucionalizada, fundamentada em vivências puramente subjetivas e personalizadas.
Involuntária: Geralmente ocorre quando a pessoa é retirada do grupo contra a sua vontade original, é colocada em discipina ou expulsa da igreja. Nesses casos, pode gerar um profundo ressentimento contra a instituição, o indivíduo tende a se engajar em uma militância ativa em movimentos anti-religiosos, o que acaba por lhe conferir um novo sentido de vida, novas motivações e uma nova rede social baseada na oposição à sua antiga crença.
DEssa forma, Gama(2015) aponta três principais motivos para compreendermos o processos de desconversão que podem ser de :
– Ordem Cognitiva: Ocorre quando o sujeito deixa de ser convencido pelas propostas doutrinárias, usos e costumes da igreja, passando a discordar das regras e decidindo afastar-se por não acreditar mais que aquele é o único modelo válido para a salvação.
– Ordem Altruísta: O ex-fiel acredita que a doutrina da igreja é correta e justa, mas assume a responsabilidade de não conseguir viver à altura daquelas exigências morais. Para evitar o enfraquecimento moral da comunidade, afasta-se voluntariamente “por amor ao grupo”.
– Desfiliação Imposta: Trata-se da expulsão. Ocorre quando o membro infringe as normas da comunidade e não é mais aceito. Essa exclusão funciona como um mecanismo de reparação para preservar a plausibilidade e a pureza doutrinária do grupo religioso perante os fiéis que permanecem.
Como visto, desfiliação religiosa é sempre um processo bilateral, envolvendo o indivíduo e a instituição. Após a desfiliação, o ex-fiel pode, em algumas denominações religiosas, ser rotulado como desviado ou afastado.
Em todo caso, a desfiliação é um movimento de ruptura que pode culminar numa nova busca religiosa ou numa postura de ceticismo. Tanto a conversão quanto a desconversão são fenômenos importantes na vida individual, marcando uma profunda transformação, devendo ser observadas com atenção e respeito. No caso das conversões, o acompanhamento costuma ser realizado pelo líder espiritual, mesmo quando o indivíduo está em psicoterapia, exigindo sempre uma postura reflexiva e respeitosa. Já nas desconversões, o processo de ruptura e sofrimento psíquico frequentemente conduz à psicoterapia.
Desconversão, Psicoterapia e Individuação
Em geral, o abandono de uma instituição religiosa acontece quando seus ensinamentos e dogmas já não ressoam com as necessidades individuais. Este processo de ruptura pode gerar intenso sofrimento, manifestando-se tanto antes quanto depois do afastamento.
A perda da tradição religiosa na qual a pessoa foi criada pode ser uma experiência trágica e dolorosa, gerando um vácuo espiritual Sem a estrutura simbólica, como a da instituição religiosa, indivíduo desconvertido pode enfrentar sentimentos de solidão, medo, ansiedade, desesperança e uma tristeza semelhante ao luto. Em alguns casos, como de expulsão ou exclusão, o individuo passa por um período de raiva e revolta, que pode prejudicar suas relações e transição para um novo momento.
Para a psicologia junguiana, essa desfiliação pode ser um estágio importante e transformador, podendo ser compreendido como uma etapa no processo de individuação. Quando a pessoa perde a fé nos mitos abrangentes da religião coletiva e os deuses da doutrina tradicional “perdem sentido” para ela, surge a necessidade existencial de descobrir uma “verdade que seja verdadeira para ela”, uma construção de uma nova percepção de mundo, que na perspectiva junguiana é traduzido como um mito pessoal, um referência simbólica que possa nortear a vida.
A abordagem junguiana compreende que, uma vez que o sagrado tenha se retirado dos templos literais, ele passa a ser buscado como uma presença interior. Isto é, em vez de depender da tradição, de dogmas e ritos que não oferecem mais conforto, o desconvertido é encorajado a prestar atenção à sua própria vida simbólica. Visto indivíduo passa a acessar o transcendente por meio da imediatez da psique, prestando atenção aos próprios sonhos, intuições, emoções profundas e eventos de sincronicidade.
A desafiliação torna-se, assim, uma oportunidade emancipadora para retirar as projeções religiosas depositadas em autoridades externas e redescobrir o “Si-mesmo” (Self), assumindo a responsabilidade ética pela sua própria jornada espiritual.
Em última análise, a finalidade psicológica da conversão coincide com o processo de individuação — o processo teleológico (orientado a um fim) de tornar-se um indivíduo total e autêntico. No entanto, esse caminho normalmente se relaciona com a crise interna, na qual o ego toma consciência de suas limitações, num processo que Jung descreveu como ‘crucificação do ego’. Nesse momento, a pessoa deve deixar de projetar seus defeitos no mundo exterior e enfrentar a própria ‘sombra’ (os aspectos obscuros, dolorosos ou tidos como inferiores da personalidade).”
O processo de transformação genuína, que assume a forma de um renascimento ou “transmutação” da personalidade, culmina quando o indivíduo desloca o centro de gravidade de sua vida do ego limitado para o Si-mesmo . Na ótica junguiana, o Si-mesmo não é apenas a totalidade psíquica, mas atua como a imago Dei (a imagem de Deus) própria à alma humana, trazendo uma sensação de integridade, de sentido e propósito na vida . Ao conectar-se com esse centro, o individuo encontra a reconciliação íntima e a âncora transcendente que o protege da imersão nas neuroses e na massificação.
Para finalizar…
Jung utilizou o termo metanóia para representar a transformação profunda da personalidade que ocorre no processo de individuação. Esse processo psicológico é análogo ao que acontece na experiência religiosa de conversão. Contudo, Jung não reduzia a vivência religiosa a categorias meramente psicológicas, respeitando a sua dimensão experiencial. Desse modo, compreender os fatores que levam à conversão ou à desconversão é essencial para entender as necessidades, crises e transformações que o indivíduo atravessa.
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Psicólogo clínico junguiano graduado pela Ufes. Especialista em Psicologia Clínica e da Família pela Faculdade Saberes; especialista em Teoria e Prática Junguiana pela Universidade Veiga de Almeida e especialista em Acupuntura Clássica Chinesa IBEPA/FAISP; com formação em Hipnose Ericksoniana pelo Instituto Milton Erickson do Espírito Santo. É professor e diretor do CEPAES. Atua desde 2004 em consultório particular. Coordenador do Blog do Jung no Espirito Santo (www.psicologiaanalitica.com)



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