O Sagrado e a Loucura: Religião, Espiritualidade e Psicopatologia
São muitos os encontros e desencontros entre a Religião/Espiritualidade e a Psicologia. Quando pensamos nos desencontros, um dos mais complexos manifesta-se no campo da psicopatologia, especialmente quando a Psicologia atribui a fenômenos ou experiências religiosas uma conotação psicopatológica, associando-os à doença psíquica.
Essa concepção patologizante da religião é frequentemente motivada por ignorância ou preconceito, tratando a religião ou espiritualidade como uma vivência inferior. Para a psicologia, essa atitude é particularmente problemática e inaceitável, considerando que, segundo o censo de 2022, mais de 90% da população brasileira se identifica com alguma religião. A desconsideração desse fator impacta diretamente pacientes religiosos, que se sentem compelidos a buscar profissionais alinhados a sua perspectiva de fé para se sentirem compreendidos e respeitados em sua realidade espiritual.
Nesse sentido, Colitah (2008) afirma que os pacientes religiosos
Não querem ficar o tempo todo explicando o que desejam dizer quando falam das suas experiências religiosas, e ainda assim, correrem o risco de serem classificados como fanáticos ou loucos.(…)
Os significados atribuídos pelas pessoas as suas experiências são singulares, peculiares e estão ligados a sua forma de existir. Desse modo, compreender uma pessoa do ponto de vista psicológico implica, também, conhecer, os significados que atribui as suas experiências religiosas (p.15).
Compreender a visão de mundo ou a realidade psíquica do paciente, sem julgamentos, é o ponto de partida para qualquer processo psicoterapêutico. Embora isso possa parecer óbvio, na prática, não é o que acontece, especialmente no contexto da vivência religiosa. Compreendemos que essa dificuldades de manejo clínico esteja relacionado a ausência de discussão e estudos a respeito da religião e espiritualidade no processo de formação profissional. Assim, muitos psicólogos, por desconhecerem as peculiaridades e a importância da experiência religiosa dos pacientes, se colocam distantes ou mesmo assumem uma postura de julgamento, tratando suas experiências como se fossem associadas a alguma desordem patológica.
Quando nos atentamos às experiências religiosas somos conduzidos a uma percepção que toma como ponto de partida a realidade do paciente, que é marcada pela vivência transcendente, isto é, onde o mundo natural ou profano é atravessado pelo sagrado. Este, pode se manifestar em diversas formas, sendo reconhecido na história através nas narrativas sagradas ou mítico religiosas, no espaço como no templo, no terreiro, na cidade sagrada, ; assim como nos ritos e vivências pessoais com o sagrado.
Seria de esperar que a psicologia, assim como ocorre na sociologia e antropologia, tivesse abertura para conhecer e compreender os aspectos fundamentais da história, princípios, ritos e doutrinas que impactam a vida das pessoas. Mas, não é o que ocorre. No geral, o psicólgo sai da faculdade com preconceitos e muitas vezes sem orientação de como compreender o fenômeno religioso em sua prática.
Nesse texto, nossa proposta é pensar um pouco sobre as experiências religiosas e como podemos compreender sua relação com a psicopatologia.
A diversidade da experiência religiosa
A experiência religiosa é a vivência direta do sagrado, que se manifesta individual e coletivamente, resultando em sensações, percepções e cognições. Ela varia com a religião, grupo religioso e vivências individuais..
A característica central de algumas vivências religiosas é a relação pessoal com o Sagrado ou com Deus. Essa conexão íntima gera a certeza da presença divina, validando crenças, oferecendo respostas sobre a intervenção divina no cotidiano e, por vezes, funcionando como revelações de acontecimentos futuros. Em certos casos, pode ocorrer um estado de êxtase, no qual o indivíduo é dominado pela experiência do sagrado, podendo manifestar fenômenos como glossolalia (falar em línguas) e visões.
Hamazaki (2024) aponta que outras experiências se caracterizam como processos espirituais, dissociativos ou mediúnicos, que envolvem uma desconexão de processos psíquicos (relacionados à identidade e à motricidade) que normalmente são voluntários ou conscientes e geram uma ampla variedade de experiências, crenças e práticas religiosas. Essas experiências se baseiam na crença do contato com o mundo espiritual, com entidades ou pessoas falecidas. A partir desse contato, os médiuns afirmam ser capazes de se comunicar ou estar sob o controle do mundo espiritual..
São fenômenos relacionados a esse tipo de experiência:
- Psicografia: o médium escreve uma mensagem atribuída a um espírito.
- Psicofonia: o médium transmite verbalmente a mensagem atribuída a um espírito.
- Psicopictografia ou Pintura Mediúnica: o médium realiza pinturas ou desenhos, manifestando a expressão artística atribuída a um espírito.
- Intuição Mediúnica: comunicação sutil entre o médium e um espírito.
- Clariaudiência: o médium ouve a voz de um espírito.
- Clarividência: o médium vê o espírito.
- Cura Mediúnica: o médium canaliza a capacidade de curar atribuída a espíritos.
- Efeitos Físicos: manifestações materiais, como sons, ruídos ou movimento de objetos, atribuídas a espíritos.
- Transe Mediúnico: o médium entra em um estado alterado de consciência, podendo haver alteração de identidade, mas mantendo o controle.
- Incorporação ou Transe de Possessão: há dissociação, com mudança na identidade e perda de controle sobre si.
Existe uma outra categoria de fenômenos que não são propriamente religiosos, mas que podem aparecer e se relacionar com relatos de experiência religiosa: os fenômenos anômalos.
Experiências anômalas são experiências incomuns, que se afastam das características típicas ou habituais da consciência ou se desviam de maneira significativa da consciência comum ou normativa e de explicações comumente aceitas sobre a realidade. Apesar de serem vivenciadas por uma grande quantidade de pessoas, portanto frequentes entre a população em geral, fogem a compreensão do paradigma científico vigente. Anômalo não tem a ver, necessariamente, com anormal ou patológico, mas algo desafiador que contraria expectativas a respeito do funcionamento do mundo e das relações entre as pessoas e ele, como no mundo agimos e como reagimos a ele (Hamazaki, 2024 , p.62 ).
Abaixo, apresento uma listagem ilustrativa desses fenômenos.
- Experiências alucinatórias: São percepções sensoriais na ausência de um estímulo externo real (sem um objeto presente ou sem estimulação do órgão sensorial). Podem ser auditivas, gustativas, olfativas, táteis, visuais, somáticas ou geométricas.
- Experiências de sinestesia: São fenômenos em que as qualidades de uma modalidade sensorial (auditiva, por exemplo) se manifestam em outra (visual ou gustativa). Por exemplo, ouvir um som e “ver” uma cor ou “sentir” um sabor.
- Experiências de sonhos lúcidos: O sonhador adquire consciência de que está sonhando, podendo, em certo grau, influenciar a narrativa do sonho.
- Experiências fora do corpo (EFC): A pessoa sente que sua consciência se encontra fora do corpo físico, muitas vezes com a sensação de flutuação. Podem ser intencionais, não intencionais ou induzidas.
- Experiências Psi (Paranormais): São experiências vivenciadas como fenômenos paranormais, abrangendo a Percepção Extrassensorial (telepatia, clarividência, precognição e retrocognição) e a Psicocinese (influência da mente sobre a matéria).
- Experiências de abdução por alienígenas: São relatos ou lembranças de terem sido sequestrados (levados contra a vontade) por seres extraterrestres.
- Experiências de memórias de vidas passadas: São relatos em que os indivíduos têm a impressão de terem sido outras pessoas, em outro tempo ou vida, com idade e características distintas.
- Experiências de Quase Morte (EQM): São fenômenos profundos, com elementos místicos e transcendentes, que ocorrem em indivíduos em situações críticas de risco à vida. Podem apresentar características como: Experiência Fora do Corpo (EFC), passagem por um Túnel de Luz, encontro com Seres de Luz ou pessoas queridas, Revisão da Vida (Panorâmica), sentimento de Paz e Serenidade, e Consciência Alterada.
- Experiências de curas anômalas: São curas que não podem ser explicadas pelo modelo científico vigente, pois não podem ser atribuídas ao tratamento médico e sua evolução se desvia do esperado.
- Experiências envolvendo sincronicidade: Sincronicidade é um conceito criado por Jung que descreve a ocorrência de dois eventos (um interno e um externo) que, embora sem relação causal aparente e contrariando a probabilidade, coincidem de modo significativo, gerando um profundo sentido para o indivíduo.
Todas essas experiências de teor relacional, dissociativo, mediúnico ou anômalo podem emergir nos relatos dos pacientes no contexto do consultório. Desse modo, a compreensão dessas vivências é fundamental para analisar como a vida do paciente é impactada pela vivência do sagrado, gerando transformações que moldam sua forma de lidar com a realidade. Hamazaki(2024) ressalta que
é importante lembrar que uma determinada experiência será considerada religiosa, espiritual, dissociativa espiritual ou mediúnica, anômala ou comum, dependendo da interpretação dada pela pessoa, envolvendo suas convicções religiosas ou não religiosas em face de uma ocorrência subjetiva e geralmente contraintuitiva, que contraria as expectativas” (p. 73).
Infelizmente, pouco ou nada se discute sobre esses fenômenos nas faculdades de psicologia, o que resulta em profissionais despreparados para lidar com a espiritualidade ou as vivências religiosas dos pacientes. O silêncio acerca da espiritualidade/religiosidade nas universidades impede que os futuros psicólogos desenvolvam uma reflexão crítica sobre a própria religiosidade/espiritualidade ou irreligiosidade, e como esses aspectos podem afetar o paciente e a condução do processo psicoterapêutico.
A ausência de autocrítica e o desconhecimento dos fenômenos religiosos (sua história, doutrinas, ritos etc.) constituem desafios cruciais. Isso impede o manejo clínico adequado da religiosidade, ou seja, impossibilita a compreensão de quando a vivência espiritual é saudável e quando é patológica. Assim, esse desconhecimento favorece o preconceito “científico”, expresso em uma visão psicopatologizante e em uma postura arrogante de superioridade acadêmica, o que é incompatível com a prática clínica e a atenção integral à saúde.”
Entre o Sagrado e a Psicopatologia: A louca e o Santo
Um livro que nos ajuda a pensar o papel da cultura e a concepção científica na saúde mental e a religião é ‘A Louca e o Santo’ de Catherine Clément e Sudhir Kakar. Nessa obra, os autores apresentam uma análise interessante a partir da etnopsiquiatria, uma abordagem compreensiva e menos patologizante que leva em consideração os fatores culturais, sociais e ritualísticos na compreensão dos fenômenos psíquicos, oferecendo uma perspectiva crucial para desconstruir visões puramente biomédicas da psicopatologia.
A Louca e o Santo” analisa dois personagens históricos do século XIX cujas experiências foram bem documentadas. A louca era uma mulher francesa, paciente de Pierre Janet, o qual publicou um detalhado estudo de caso. Denominada Madeleine (pseudônimo atribuído à Pauline Lair Lamotte, 1853-1918), ela passou cerca de 22 anos internada no hospital da Salpêtrière, em Paris. O santo era o guru hindu Ramakrishna Paramahamsa (1836-1886), um dos maiores nomes do renascimento bengali, cuja vida e ensinamentos foram registrados por inúmeros discípulos.
Madeleine foi internada com diagnóstico de delírio religioso, histeria e manifestações psicossomáticas. Em seu estado de êxtase, que ela descrevia como um estado de suspensão ou transe dissociativo, sentia como se sua alma estivesse fora do corpo, unida a Deus. Nesse estado, permanecia imóvel por horas, com olhar perdido. Fisicamente, ela apresentava os clássicos estigmas da tradição cristã, ou seja, suas mãos e pés sangravam ou mostravam feridas avermelhadas nos pontos onde Jesus teria sido pregado na cruz. Desenvolveu, também, uma forma de andar peculiar, caminhando apenas nas pontas dos pés (marcha digitígrada), com o corpo inclinado para frente, como se fosse levitar. Durante o êxtase, ela entrava em um estado de anestesia, com total ausência de dor.
Ramakrishna, por sua vez, ao entrar em estado de êxtase, experimentava a perda total da consciência do mundo externo. Apresentava rigidez catatônica, parava de respirar por longos períodos e seu olhar permanecia fixo e aberto, sem reação à luz. Ele podia sangrar espontaneamente ao presenciar o sofrimento alheio. Após o êxtase, seu peito assumia uma coloração avermelhada ou “dourada”. Em momentos específicos, nos quais se identificava com o feminino, sua postura e modo de caminhar mudavam, adotando o caminhar das mulheres indianas. Durante o estado de êxtase, manifestava total anestesia.
Clément e Kakar (1997, p. 18) observam que Madeleine e Ramakrishna manifestavam “as mesmas contraturas, a mesma catatonia, as mesmas interrupções da respiração, as mesmas fomes devoradoras, têm o mesmo olhar fixo, o mesmo sorriso enorme nos lábios, a mesma imobilidade.” A diferença, no entanto, foi ditada pelo contexto cultural: enquanto Madeleine foi levada ao hospício, Ramakrishna foi conduzido à veneração. Essa constatação é importante para sublinhar a semelhança da experiência mística. Além disso, o próprio Pierre Janet reconhecia a natureza mística das experiências de Madeleine, chegando a afirmar que “que em outros tempos ela teria sido canonizada pelo Vaticano; ela não teve sorte, enganou-se de época” (p. 16).
O reconhecimento de Janet não impediu que Madeleine ficasse internada por mais de duas décadas. E, como ele sugeriu, se ela tivesse tido a ‘sorte’, como Ramakhrisna, de encontrar um ambiente acolhedor e respeitoso para suas experiências religiosas, seria ela, talvez, uma beata ou santa? O ponto mais importante é refletirmos sobre a maneira como nossa cultura ocidental e eurocêntrica lida com os fenômenos religiosos e sua notória preferência em explicá-los pela ótica da psicopatologia.
Embora a ocorrência do delírio religioso seja alta nos casos de psicose, deveríamos ser capazes de distinguir a experiência mística e religiosa dos quadros psicóticos.
Experiências religiosas não patológicas e Patológicas
Moreira-Almeida e Cardeña (2011) apresentaram um estudo importante sobre saúde mental e espiritualidade, destacando a necessidade de compreensão acerca das experiências religiosas que, apesar de apresentarem similaridades com sintomas psicóticos, não levariam ao desencadeamento de transtornos psiquiátricos. Eles argumentam que estas experiências deveriam ser consideradas como experiências anômalas, diferentes de estados psicóticos, e sugerem diretrizes para a avaliação do significado da experiência religiosa.
Tabela 1 – Diretrizes para a avaliação do significado clínico de experiências espirituais, psicóticas ou dissociativas
– Ausência de sofrimento psicológico: o indivíduo, não se sente incomodado com a experiência vivida.
Ausência de incapacitações sociais ou ocupacionais: a experiência não prejudica os relacionamentos e atividades do indivíduo.
– A experiência tem curta duração, acontece apenas eventualmente e não tem caráter invasivo sobre a consciência e atividades cotidianas do indivíduo. Algumas experiências podem ser de longa duração, mas podem ser vistas como um estágio dentro do desenvolvimento espiritual prévio da pessoa.
– Existe uma atitude de discernimento com relação à experiência, incluindo a capacidade de perceber sua natureza anômala/incomum e que a mesma pode não ser compartilhada por outros.
– Compatibilidade com alguma tradição religiosa: as experiências podem ser compreendidas dentro dos conceitos e práticas de algum grupo cultural ou religioso estabelecido, ainda que não façam parte das tradições locais.
– Ausência de comorbidades psiquiátricas: ausência de outros transtornos ou sintomas mentais indicativos da presença de transtornos mentais além daqueles relacionados com as experiências espirituais. Quanto às experiências psicóticas, embora possa haver relatos de alucinações ou crenças incomuns, não se observam sintomas negativos ou de desorganização.
– Controle sobre a experiência: o indivíduo é capaz de limitar a ocorrência de suas experiências ao local e momento adequados (durante um ritual e não no trabalho ou na escola, por exemplo).
– A experiência promove crescimento pessoal ao longo do tempo: melhorias na vida pessoal, social e profissional. As experiências são dirigidas para a autointegração e o auxilio a outros. (MOREIRA-ALMEIDA E CARDEÑA, 2011, p 527 – grifos nossos)
(Esta citação foi originalmente construída como tabela, aqui transcrevi o texto como citação para facilitar a leitura)
Essas diretrizes são importantes para que os profissionais de saúde possam compreender e encaminhar as questões de fé do paciente ao líder religioso apropriado, respeitando a identidade religiosa do paciente. Em contrapartida, é desejável que os líderes religiosos encaminhem as questões psicológicas a um psicólogo. Para que essa colaboração funcione, é fundamental que haja abertura e respeito para o diálogo com as mais variadas lideranças religiosas. Obviamente, nem sempre essa interlocução é fácil ou possível, mas, no mínimo, a disposição para ouvir o paciente ou incentivá-lo a buscar uma orientação espiritual ou pastoral deve estar presente.
Considerações finais
O conteúdo simbólico da experiência religiosa é pessoal, ou seja, possuirá um significado de acordo com o paciente e seu grupo ou afiliação religiosa.. Deste modo, compreender a manifestação e o significado geral nos ajuda a acolher e elaborar com o paciente os possíveis significados de sua experiência. Para tanto é importante que o psicólogo tenha uma atitude aberta e crítica acerca da experiência religiosa e de sua própria espiritualidade. É como Jung afirmou
(…)o psicoterapeuta está obrigado a um autoconhecimento e a uma crítica de suas convicções pessoais, filosóficas e religiosas, tanto quanto um cirurgião está obrigado a uma perfeita assepsia. O médico deve conhecer sua equação pessoal para não violentar seu paciente” (Jung, 2000, p.154)
.A concepção que patologiza as experiências religiosas é apenas um aspecto de um problema ainda mais complexo. A negligência das instituições da psicologia brasileira (sistema conselhos, ABEP etc.) acerca da importância curricular de temas como psicologia da religião e espiritualidade favorece os preconceitos contra a espiritualidade dos pacientes e contra os psicólogos que assumem publicamente sua identidade religiosa, e dificulta que os psicólogos tenham recursos para compreender e lidar com a espiritualidade dos pacientes. Precisamos avançar muito nessas questãoes.
Referências Bibliográficas
CLEMENT, Catherine; KAKAR, Sudhir. A Louca e o Santo. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1997.
COLIATH , A.A.M. Escolha do Terapeuta Associada a Denominação Religiosa, 2008,98f. Dissertação de Mestrado –Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo. 2008.Disponível em : |https://tede2.pucsp.br/handle/handle/15587
HAMAZAKI, Edson Sigueyoshi. Experiências religiosas, espirituais e anômalas na psicoterapia: relatos dados por psicólogos. 2024. Tese (Doutorado em Ciência da Religião) – Programa de Pós-Graduação em Ciência da Religião da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2024. Disponivel em: https://repositorio.pucsp.br/jspui/handle/handle/43883 Acessado em 21/12/2025.
MOREIRA-ALMEIDA, A.; CARDEÑA, E.. Diagnóstico diferencial entre experiências espirituais e psicóticas não patológicas e transtornos mentais: uma contribuição de estudos latino-americanos para o CID-11. Brazilian Journal of Psychiatry, v. 33, p. s21–s28, maio 2011. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1516-44462011000500004 Acessado em 30/12/2025
Jung, c.g. Ab-reação, análise de sonhos, transferência, Vozes, Petrópolis, 2000.
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Psicólogo clínico junguiano graduado pela Ufes. Especialista em Psicologia Clínica e da Família pela Faculdade Saberes; especialista em Teoria e Prática Junguiana pela Universidade Veiga de Almeida e especialista em Acupuntura Clássica Chinesa IBEPA/FAISP; com formação em Hipnose Ericksoniana pelo Instituto Milton Erickson do Espírito Santo. É professor e diretor do CEPAES. Atua desde 2004 em consultório particular. Coordenador do Blog do Jung no Espirito Santo (www.psicologiaanalitica.com)



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